21.4.11

RODA DE SAMBA DO ESTUDANTE!!!


Acontece dia 01/05 a partir das 15h.
 Com participação 
Roda de Samba Filhos da Santa. 
Entrada R$ 5,00
Local: Espaço Cultural CUCA da UNE-SP
Rua Vergueiro, 2485 - V. Mariana
AO LADO DO METRÔ ANA ROSA
VENHA SAMBAROLAR!!! 

25.2.11

DESTAQUE DA 34ª MOSTRA, FILME COREANO “POESIA” ESTREIA NOS CINEMAS

Redação: Thiago Stivaletti
Edição: Leon Cakoff e Renata de Almeida



Nesta sexta, 25 de fevereiro, estreia nos cinemas de São Paulo e do Rio o filme coreano “Poesia”, de Lee Chang-dong, destaque da 34ª Mostra. O filme venceu a Palma de Melhor Roteiro no Último Festival de Cannes.

No filme, Mija vive com seu neto nas encostas do rio Han. É uma senhora excêntrica com uma mente inquieta e questionadora. Um dia, ela entra por acaso em uma aula de poesia e é desafiada pela primeira vez a escrever um poema. Sua busca pela inspiração começa ao observar a beleza do cotidiano. Mas quando a realidade se torna cruel, ela entende que o mundo não é tão bonito quanto ela imaginava.

Alternando a poesia mais simples e a crueldade do mundo, que nunca é mostrada mas que ronda a vida da velha senhora, o filme faz um retrato delicado das contradições da vida, com uma mise-en-scène simples e depurada.

Já o canadense Denis Villeneuve, diretor de “Politécnica ”  (34ª Mostra), dirige o drama familiar Incêndios, indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, que também estreia.

O filme conta a história dos gêmeos Simon e Jeanne, que vivem no Canadá. Na leitura do testamento após a morte da mãe, Nawal, eles descobrem que ela escondia segredos dolorosos sobre seu passado como rebelde num país do Oriente Médio. Um irmão ainda pode estar vivo, e ambos partem para aquela região em busca dele. A busca trará a revelação de novos segredos e ainda mais sofrimento para os dois.

Villeneuve dá peso máximo aos dramas do filme, tanto os familiares quanto os conflitos de guerra. Com algumas cenas em que utiliza intensa trilha sonora – como a abertura embalada por Radiohead –, ele altera cenas despojadas, em que a emoção vem do corte seco, evitando o melodrama